"Foge portanto daqueles que te querem convencer que o sofrimento voluntário, cego ou passivo, que a subjugação da liberdade da tua consciência a outra, que a negativização da tua aura, é O Caminho. ... Tu és o Teu Próprio Caminho. ... Por isto está escrito: Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos fará livres. Este mundo não é um antro de demônios expiando seus pecados; este mundo é um dossel de Deuses que dormem, e dormindo, sonham."

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"Olhe
mas não toque.
Toque
mas não prove.
Prove
mas não engula."

"A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original."

Albert Einstein

"Penso noventa e nove vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio - e eis que a verdade se me revela."

Albert Einstein

"O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer."

Albert Einstein

"A condição dos homens seria lastimável se tivessem de ser domados pelo medo do castigo ou pela esperança de uma recompensa depois da morte."

Albert Einstein

"Existem apenas duas maneiras de ver a vida; Uma é pensar que não existem milagres e a outra é que tudo é um milagre."

Albert Einstein

"Evitar a felicidade com medo de que ela acabe, é o melhor meio de se tornar infeliz."

Albert Einstein

"A felicidade não se resume na ausência de problemas, mas sim na sua capacidade de lidar com eles."

Albert Einstein

"A percepção do desconhecido é a mais fascinante das experiências. O homem que não tem os olhos abertos para o misterioso passará pela vida sem ver nada."

Albert Einstein

"A luz só, sem sombra, seria invisivel para nossos olhos e produziria um deslumbramento equivalente às mais profundas trevas." Eliphas Lévi

"Deus chama-se verdade, e nele a sombra e a luz fizeram um. Aquele que conhece isto não mente nunca, porque se ele quiser mentir, ele fez de sua mentira uma verdade." livro Oupnek´hat, livro mágico dos Brahmas

"Deus: Eu sou a alma universal, em mim estão o bem e o mal que se corrigem um pelo outro. Aquele que sabe disto, não será nunca um pecador; ele é universal como eu."

"Eu não tenho medo senão dos que temem o diabo" Santa Teresa

"O que é superior é como o que é inferior e o que está em baixo o que está em cima para formar as maravilhas da coisa única." Grande Hierofante Egicio (principio Hermético)

SANÇÕES UNILATERAIS CONTRA O IRÃ


 

Proposta da UE abre caminho para sanções da ONU contra Irã


A França, a Grã-Bretanha e a Alemanha divulgaram na quarta-feira um projeto de resolução pedindo que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) denuncie o Irã ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), abrindo assim as portas para eventuais sanções. O projeto foi distribuído para países membros da agência e deve ser analisado pelo quadro de diretores dela em um encontro de emergência.

Os três países da União Européia (UE) desejam que o encontro aconteça nos dias 2 e 3 de fevereiro.

Autoridades européias tentam convencer países como a Rússia e a China a ajudá-las a intensificar as pressões diplomáticas sobre o governo iraniano, que a UE e os EUA suspeitam estar tentando desenvolver armas nucleares sob o disfarce de um programa civil de energia atômica.

A resolução elaborada pelo chamado UE3 (Alemanha, França e Grã-Bretanha), cujo conteúdo foi lido para a Reuters por um diplomata, pede que o Irã "ajude a AIEA a esclarecer as questões relacionadas com as possíveis atividades envolvendo armas nucleares" e pede que o chefe da agência, Mohamed ElBaradei, "envie uma cópia desta resolução ao Conselho de Segurança".

O Irã ainda não se manifestou sobre o texto.

No entanto, o líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei, já disse que o mundo não conseguiria afastar os iranianos de seu "desenvolvimento científico".

Hossein Entezami, porta-voz do Supremo Conselho Nacional de Segurança do Irã, deu uma declaração com um tom um pouco mais conciliador.

"O Irã ainda convida o UE3 para continuar a negociar. O Irã acredita que os métodos diplomáticos são os melhores para solucionar esta questão. O Irã espera que a UE adote métodos lógicos com relação ao caso", afirmou Entezami à Reuters, em Teerã.

Apesar de a denúncia do país islâmico ao Conselho de Segurança ser um passo rumo à imposição de sanções, diplomatas e analistas dizem que ainda há um longo caminho a percorrer antes da efetiva adoção de tais medidas.

Na semana passada, o UE3 resolveu unir-se aos EUA nos apelos para a denúncia do Irã ao Conselho de Segurança. A manobra foi adotada depois de o país islâmico ter retomado as pesquisas sobre o enriquecimento de urânio, uma tecnologia que, segundo temem as potências ocidentais, poderia ser usada para bombas nucleares.

O Irã diz que seu programa visa apenas à produção de energia elétrica por meio de usinas atômicas.

O projeto de resolução do UE3 ainda deve sofrer alterações.

A Rússia e a China, que integram o quadro diretor da AIEA e são membros permanentes do Conselho de Segurança, deram sinais de que têm dúvidas sobre os benefícios de levar o caso à ONU.
Fonte: Reuters

 

Irã pode desistir de enriquecimento de urânio caso receba combustível

O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Parlamento iraniano declarou que a República Islâmica poderá desistir de suas atividades de enriquecimento de urânio caso receba o combustível necessário para manter seu reator de pesquisas em Teerã em funcionamento.
"Segundo o anúncio do Conselho Supremo de Segurança Nacional [encarregado dos assuntos nucleares], se nos for proporcionado o combustível necessário para o reator de pesquisas de Teerã, o Irã não insistirá em prosseguir com a produção deste combustível no interior do país', declarou neste domingo Allaeddin Borujerdi.
As grandes potências criticaram a decisão do Irã, em fevereiro passado, de começar o enriquecimento de urânio a 20%, já que temem que a República Islâmica tente dotar-se de armas nucleares, algo que Teerã desmente, alegando que se trata de um programa nuclear civil.
A última resolução do Conselho de Segurança, adotada em 9 de junho, prevê novas sanções internacionais contra o Irã, país a quem se pede, além disso, o cessar do enriquecimento de urânio.
Teerã propôs em 17 de maio às grandes potências, através de um acordo com o Brasil e a Turquia, trocar em território turco 1.200 kg de seu urânio levemente enriquecido (3,5%) por 120 kg de combustível enriquecido a 20%, destinado ao reator de pesquisas de Teerã.
O país precisa de cerca de 120 kg de combustível enriquecido a 20% para manter funcionando o reator de pesquisas de Teerã, segundo estimativas.

Patéticas
Ainda no sábado (3) o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, disse que as mais recentes sanções contra a República Islâmica são "patéticas", alertando que as potências mundiais se arrependeriam das ameaças feitas.
Em seu primeiro discurso desde que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, aprovou novas sanções unilaterais à Teerã, Ahmadinejad afirmou que as medidas não afetariam a economia ou impediriam o país de ter um importante papel nas relações mundiais.
"Eles sabem que há um leão adormecido no Irã que está acordando e se ele acordar todos os relacionamentos no mundo vão mudar", disse ele a industriais. "Esses atos patéticos mostram que eles sabem que há grande poder humano escondido no Irã".
A legislação norte-americana seguiu sanções acordadas pelo Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) e da União Europeia, com o objetivo de pressionar Teerã a interromper um programa nuclear que alguns países temem ser destinado à produção de bombas --o que Teerã nega.
"Eles achavam que, se reunindo e falando uns com os outros e assinando documentos, poderiam impedir o progresso de uma grande nação", disse Ahmadinejad.
"O Irã é muito maior do que eles podem perceber em suas mentes pequenas", acrescentou ele. "Sabemos que, se a sociedade iraniana despertar não haverá mais espaço para potências arrogantes, corruptas e ameaçadoras".
O presidente iraniano minimizou consistentemente o impacto das sanções, classificando a resolução da ONU como "um lenço usado" e afirmando que o Irã pode se tornar autosuficiente em gasolina dentro de uma semana, se necessário.


Porta aberta
Também no sábado (3) líderes do G5+1 (EUA, Rússia, França, Grã-Bretanha, China, Alemanha e União Europeia) renovaram sua oferta de diálogo ao Irã, apesar das sanções unilaterais impostas nesta semana pelos Estados Unidos, informou departamento de Estado americano.
"Eles repetiram sua oferta de se reunir com o Irã para discutir sobre o assunto nuclear e enfatizaram que a porta segue aberta", disse Mark Toner, porta-voz do departamento de Estado.
William Burns, subsecretário do mesmo departamento, manteve uma série de reuniões com seus parceiros do G5+1 e com a chefe de diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton.
O objetivo destas reuniões, disse Toner, foi "revisar a situação a respeito do programa nuclear iraniano".
Segundo o porta-voz, todos os países e a União Europeia reafirmaram seu apoio à resolução 1929, tomada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas no mês passado, que estabelece um novo e mais duro regime de sanções a Teerã até que seu programa nuclear seja esclarecido perante a comunidade internacional.
No entanto, também reiteraram que o objetivo do grupo é encontrar uma solução dialogada com o Irã para colocar fim as décadas de hostilidade entre o regime iraniano e o ocidente.


Sanções unilaterais
O presidente dos EUA, Barack Obama, assinou na quinta-feira (1º) o que classificou como "as sanções mais duras contra o Irã já aprovadas pelo Congresso dos EUA". O objetivo é pressionar as importações de combustível ao país persa e penalizar os bancos estrangeiros que fizerem negócio com a República Islâmica.





Os EUA querem pressionar Teerã a suspender seu programa nuclear. Washington suspeita que o programa tenha como objetivo a fabricação de uma bomba atômica, mas o Irã insiste que tem fins meramente pacíficos.
O Senado e a Câmara dos Representantes aprovaram já tinham aprovado o projeto de novas sanções, que precisava apenas ser assinado por Obama.

Alerta
Na última semana, sanções extras à República Islâmica foram aplicadas pelos EUA, pelo Canadá e também pela União Europeia.
O Irã alertou os Estados da União Europeia sobre "consequências desastrosas" por sua decisão de impor sanções adicionais a Teerã por seu programa nuclear.
"Sem dúvidas, tal atitude de confronto pode trazer consequências desastrosas para as relações entre a República Islâmica do Irã e a União Europeia", disse Manouchehr Mottaki, chanceler iraniano, em carta aos chanceleres da UE.


Ahmadinejad diz que sanções contra Irã são 'patéticas'

AE - Agência Estado
O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou ontem que as últimas sanções adotadas contra o Irã por causa de seu programa nuclear são "patéticas" e advertiu as potências mundiais de que lamentarão suas ameaças.
Ele afirmou que as medidas não afetarão a economia iraniana nem impedirão o Irã de assumir um maior papel nas questões mundiais. "Sabem que há um leão adormecido no Irã que está despertando e, se ele despertar, as relações no mundo mudarão", afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Chávez adverte para guerra nuclear

Caracas. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pediu ontem ao colega norte-americano, Barack Obama, que tenha prudência no conflito com o Irã por considerá-lo capaz de detonar uma guerra nuclear.

Obama aprovou na quinta-feira uma lei que impõe duras sanções unilaterais dos Estados Unidos a Teerã, inclusive contra o seu importante setor de combustíveis, para tentar convencer a República Islâmica a abandonar suas atividades de enriquecimento de urânio. "Estamos muito preocupados porque os Estados Unidos, no seu empenho por dominar o Irã e recuperar o petróleo que maneja, não têm limite", afirmou Chávez.

"Cuidado com uma guerra nuclear, Obama! Cuidado com uma bomba atômica! No que exploda a primeira, vem a segunda, e isso põe em perigo ainda mais não só a paz mundial, mas também a sobrevivência da espécie humana", disse ele num ato público transmitido pela TV estatal venezuelana.

A ONU (Organização das Nações Unidas) e a União Europeia já impuseram suas próprias sanções ao Irã por causa das suspeitas de que o país esteja secretamente desenvolvendo armas nucleares. Teerã insiste no caráter pacífico das suas atividades, o que Chávez diz ser verdade.

Chávez contou que seu amigo e mentor Fidel Castro, presidente aposentado de Cuba, lhe enviou uma carta expressando preocupação com as tensões no Oriente Médio.

"Aqui está a carta de Fidel, punho e letra... Tem a ver com a grande crise que há no Oriente Médio, que Fidel esteve estudando e alertando ao mundo, o que ele considera iminente uma guerra nuclear", afirmou.

Venezuela e EUA têm relações bastante tensas, o que não impediu Chávez de dar as boas vindas ao novo embaixador norte-americano em Caracas, Larry Palmer. "Obama acaba de enviar um novo embaixador à Venezuela... afrodescendente, é claro, tomara que cumpra o que Obama me prometeu: ´Chávez, não sei se seremos amigos, mas pelo menos te asseguro que no meu governo não nos meteremos nas coisas internas da Venezuela´".
http://diariodonordeste.globo.com


Irã impõe condições para negociar programa nuclear

Parlamentar afirma que enriquecimento de urânio só para se abastecimento de combustível for garantido e sanções derrubadas


O diretor de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento do Irã, Alaeddin Boroujerdi, afirmou neste domingo que o país aceitaria suspender o enriquecimento de urânio a 20% se lhe fosse garantido o abastecimento de combustível para seu reator nuclear que tem fins medicinais. A declaração foi feita à agência de noticiais oficial Irna.
Outra condição para a negociação, que teria base no acordo firmado entre Irã, Brasil e Turquia em maio, é que sejam suspensas as sanções aprovadas pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas.
O acordo em questão não foi bem recebido pelas potências ocidentais, que não confiam na disposição do Irã em negociar e acreditam que o governo do país apenas tentou adiar novas sanções, que depois foram de fato aprovadas pela maioria dos membros do Conselho de Segurança.
O objetivo das sanções são forçar o Irã a suspender seu programa nuclear até que sejam esclarecidas as dúvidas sobre sua intenção de usar urânio para produzir bombas atômicas. Os países árabes e Israel consideram o programa iraniano uma ameaça direta.
Na semana passada, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, declarou estar pronto para retomar as negociações em agosto, desde que o diálogo seja feito com as cinco potências com poder de veto no Conselho de Segurança, mais Turquia e Brasil.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/nahumsirotsky



Sanções contra o Irã: uma obsessão em cinco atos e um poema
Por  Tomás Rosa Bueno

Primeiro ato 
No início de seu primeiro mandato, FHC enfrentou um dilema. Para honrar a sua recente conversão ao Consenso de Washington, precisava vender empresas estatais e juntar dinheiro para pagar os juros sobre a dívida que iria acumular rapidamente com os bancos que pagavam o salário dos economistas que tinham inventado o seu novo credo. Queria começar por dar empresas lucrativas como a Petrobras aos brilhantes empresários que tinham ajudado a financiar a sua campanha presidencial, e sabia que nunca conseguiria vender a ideia aos brasileiros; mas também sabia que não cumprir a palavra dada aos financiadores de campanha era a melhor maneira de acabar com a sua carreira política. Precisava encontrar uma maneira de tornar a idéia de privatizar a Petrobras, a Vale e o Banco do Brasil palatável para os eleitores brasileiros, e para isso usou um dos truques mais velhos da história da trapaça política: chutar um cachorro morto, puxar briga com alguém de quem o público não gosta, criar um precedente e depois ir para o seu objetivo real. Assim, a venda das ineficientes, endividadas e impopulares empresas estatais de telecomunicações foi decidida e rapidamente executada. Criado o precedente, liquidar o resto deveria ter sido fácil, e de fato foi até venderem a Vale do Rio Doce por um décimo do seu valor de mercado, mas o plano foi interrompido pela sucessão de crises econômicas que reduziu o segundo mandato de FHC a um governo mendigo, ocupado em andar pelo mundo pedindo empréstimos.

Segundo ato
Esqueça os milhares de anos de história, esqueça os monumentos de Isfahan e Tabriz, esqueça Khwarizmi, esqueça os dervixes rodopiantes, esqueça Tusi, Alhazen, Biruni e Al-Farisi, esqueça a cozinha persa e os seus perfumes - e, principalmente, esqueça Omar Khayamm. O Irã é hoje um país que desagrada facilmente, e até é moda considerá-lo de forte mau gosto. Lembrar às pessoas que a história e a cultura do Irã têm um grande papel no que torna a nossa vida diária mais agradável e mais rica é visto como algo abaixo da dignidade de um cavalheiro - ou de uma dama. Depois de três séculos de rigorosa separação entre religião e Estado no Ocidente, a idéia de um país governado por princípios religiosos cheira a fanatismo para os nossos bons cidadãos, mesmo quando muitos de nós, se não a maioria, professam observar mais ou menos os mesmos princípios religiosos no seu cotidiano, embora com um pouco menos de rigor. Além disso, o estilo abrasivo de tantos líderes iranianos e o apoio que dão a grupos afins em outros países pouco faz para tornar o país pelo qual eles falam mais simpático aos olhos dos ocidentais sofisticados e seus clones orientais. E, acima de tudo, a nossa sociedade precisa de inimigos externos, reais ou fictícios, para manter as pessoas ocupadas com outra coisa que não a verdadeira causa dos seus problemas, e um país governado por uma religião que não é "nossa" encaixa-se perfeitamente neste perfil.

Terceiro ato
A idéia de separar religião e Estado nasceu simultaneamente com a ascensão de países poderosos e cada vez mais agressivos na parte do mundo em que surgiu pela primeira vez, e pode até ser considerada como parte do que fez esses países poderosos e agressivos. Três séculos de história "laica" viram o poder desses países e os seus princípios sociais e econômicos espalharem-se pela quase totalidade do globo, impulsionado por guerras, invasões, massacres de populações inteiras. O “progresso” foi imposto a um mundo que não o queria muito pelo sangue do dinheiro e a lama do livre comércio, e não é à toa que uma parte tão grande da resistência a esse avanço esmagador, do Brasil ao Irã e à China, tenha assumido a forma de uma luta contra um inimigo "sem Deus”. Depois de três séculos, o acúmulo de poder e riqueza desses países resultou em um virtual monopólio sobre os recursos do planeta. Quando esse monopólio começou a ser desafiado por novas potências emergentes, era natural que os países centrais da ordem mundial cerrassem fileiras na defesa dos seus privilégios. A Rússia, a China, os EUA, a Grã-Bretanha e a França, co-proprietários do mundo desde o fim da Segunda Guerra, não estão dispostos a dividir os frutos dessa propriedade com qualquer um que se apresente diante dos seus portões. Como sempre, e como eles mesmos fizeram no tempo deles, o castelo deles terá de ser tomado de assalto para que eles consintam em desfazer-se dos seus tesouros. As formas que este assalto assumirá estão sendo decididas agora, enquanto os castelões planejam a resistência a ele.

Quarto ato
Uma parte crucial desse monopólio é o que se exerce sobre as fontes de energia do mundo. Durante décadas, os atuais donos do mundo contentaram-se em controlar os países ricos em petróleo por procuração e em manter esse controle fomentando a discórdia entre esses países e incentivado um constante estado de guerra de baixa intensidade que às vezes explodia em guerras reais de curta duração. Agora, por uma série de razões, entre as quais o alto custo de evitar que o estado de conflito permanente estoure e degenere em uma guerra total e incontrolável com resultados imprevisíveis, eles querem a posse e o controle diretos. Não podem mais dar-se o luxo de ter as suas necessidades energéticas dependendo dos caprichos dos nativos notoriamente esquentados desses países notoriamente quentes, e precisam ditar os termos. Precisam encerrar os nativos em reservas sobre os quais exerçam um controle total. (O fato de que possam ser obrigados a abandonar Israel aos lobos ao longo desse processo será visto pelos historiadores do futuro como um exemplo da loucura de se colocar o próprio destino nas mãos dos senhores, confiando neles para defender os ex-lacaios da sanha daqueles que se era pago para intimidar em nome deles, quando as condições mudam e os senhores fazem novas alianças.) Esse impulso pelo controle direto foi iniciado pelos EUA em 2001, e a sua primeira fase foi concluída com a invasão do Iraque em março de 2003. No início, esse movimento foi recebido com ceticismo pelas demais potências, mas elas foram entrando na linha desde então e agora têm uma frente unida, e estão prontos para a próxima etapa.

Quinto ato
Controlar as fontes de petróleo não basta. A oferta de petróleo não é infinita, e controlar todas as reservas não traz benefício algum se outras fontes alternativas de energia estiverem sendo desenvolvidas enquanto os controladores estão ocupados vigiando os seus poços. É por isto que o desenvolvimento do etanol é sabotado onde quer que não esteja sob o controle deles, e é por isso, principalmente, que eles precisam criar um monopólio sobre a que é hoje a segunda fonte de energia mais importante, a nuclear. O problema com a criação desse monopólio é que a energia nuclear já está aí, disponível para qualquer um com acesso a urânio e um pouco de dinheiro para investir em desenvolvimento; e, como o urânio ocorre praticamente em todos os lugares e os investimentos em energia são sempre uma prioridade em qualquer país, isto significa que, em teoria, qualquer um pode começar a construir usinas nucleares, e neste caso o que é que eles iriam fazer com todo aquele petróleo? Sem mencionar que o pesadelo da possibilidade de que alguém tropece por acaso em um método de fusão nuclear viável para a geração de energia, tornando até mesmo o urânio inútil, aumenta em proporção direta ao número de países cozinhando átomos.
Portanto, é necessário conter a propagação da tecnologia nuclear, e a maneira mais eficaz de fazer isso é proibir que ela seja propagada, e fazer respeitar essa proibição com força militar. Mas não é possível fazer isso, porque o direito ao desenvolvimento pacífico da tecnologia nuclear está consagrado no Tratado de Não Proliferação Nuclear, que foi burramente promovido quando se achava que o petróleo duraria para sempre e a única preocupação era com a disseminação de tecnologia nuclear militar. Então, como vão convencer todos os signatários do TNP a renunciar aos seus direitos à tecnologia nuclear, transformando-a em um monopólio exclusivo dos que já a têm?
Fácil: puxam briga com o menino menos popular da turma e acusam-no de não respeitar as regras do jogo e de esconder bolinhas de gude, e depois confiscam todas as bolinhas dele e proibem-no de continuar jogando, com o apoio integral de todas as outras crianças. Estabelecem o direito de decidir quem pode jogar e quem pode ter bolinhas. Criam um precedente. Em pouco tempo, vão estar alugando bolinhas de gude para as mesmas crianças de quem foram tomadas.
Vão atrás do Irã, aquele país desagradável governado por sacerdotes de uma religião estrangeira, que por acaso é dono do terceiro maior lago de petróleo do mundo. Mas não é no petróleo do Irã que eles estão interessados, é no direito dos iranianos a desenvolverem a sua própria tecnologia nuclear. E não são os direitos do Irã que eles querem suprimir, mas o direito à tecnologia nuclear como um todo. Querem criar um precedente. Querem reformar o TNP para transformar certos aspectos do desenvolvimento de tecnologia nuclear em algo ilegal para todos exceto para si mesmos, e querem ter o poder legal de verificar intrusivamente a conformidade com essas novas regras, impondo essa verificação pela via militar se for necessário. Querem tornar obrigatórios os Protocolos Adicionais, e para isto acusam o Irã de não cumprir regras que, nos termos do TNP atual, os iranianos não são obrigados a observar, para estabelecer o direito de forçar o Irã a assinar esses protocolos, sob a ameaça de um ataque militar. Querem estabelecer um monopólio sobre o direito de definir termos para as partes "não conformes", e querem ser reconhecidos como os únicos árbitros dessa conformidade. É por isto que rejeitaram com tanta veemência o acordo o Brasil-Irã-Turquia e, duas semanas mais tarde, mandaram os diretores da AIEA apresentar ao Irã exatamente os mesmos termos que tinham rejeitado, mas desta vez vindos deles e não de dois arrivistas intrometidos que não sabem qual é o lugar deles. É por isso que ministro de relações exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, depois que o país deles e os seus parceiros no Conselho de Segurança se recusaram a reconhecer os resultados de uma negociação e votaram a favor de sanções contra o Irã, declarou no Egito em 30 de junho que a Rússia "não acredita em sanções" e que os russos, franceses e americanos esperam entablar negociações com o Irã sobre o mesmo acordo de troca de combustível nuclear que desprezaram em 10 de junho quando votaram a favor de novas sanções contra o Irã por não jogar segundo as regras deles. Eles têm todas as bolinhas de gude, eles decidem quem pode jogar, e quando e como - e sobretudo com quem.
http://www.advivo.com.br/blog/tomas-rosa-bueno
"O grande aprendizado humano é entender o destino: ele é dinâmico, incontrolável e irreversível."

“Creio na verdade fundamental de todas as grandes religiões do mundo. Creio que são todas concedidas por Deus e creio que eram necessárias para os povos a quem essas religiões foram reveladas. E creio que se pudéssemos todos ler as escrituras das diferentes fés, sob o ponto de vista de seus respectivos seguidores, haveríamos de descobrir que, no fundo, foram todas a mesma coisa e sempre úteis umas às outras."

“As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos por caminhos diferentes, desde que alcancemos o mesmo objetivo?”

“Mantenha seus pensamentos positivos, porque seus pensamentos tornam-se suas palavras. Mantenha suas palavras positivas, porque suas palavras tornam-se suas atitudes. Mantenha suas atitudes positivas, porque suas atitudes tornam-se seus hábitos. Mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos tornam-se seus valores. Mantenha seus valores positivos, porque seus valores... Tornam-se seu destino.”

MAHATMA GANDHI

EU SOU A DEUSA,
EU SOU A BRUXA,
EU SOU AQUELA QUE ILUMINA E PROTEGE.
O PODER DA GRANDE MÃE ESTÁ DENTRO DE MIM.
QUE A GRANDE MÃE, A SENHORA DO NORTE,
ENCHA DE FRUTOS A ÁRVORE DA MINHA VIDA.
GRANDE DEUSA QUE HABITA O MEU SER!
SANTIFICA CADA PALAVRA MINHA E CADA ATO MEU.
AFASTA CADA SOMBRA DA MINHA VIDA,
ILUMINA TODAS AS MINHAS ESTAÇÕES, FAÇA-ME FORTE NA DOR,
FAÇA-ME BELA NO AMOR.
QUE TEU NOME E TEU PODER .
SEJAM O MEU NOME E MEU PODER.
QUE ASSIM SEJA E ASSIM SE FAÇA.


(desconheço a autoria)

NOSSO CALENDÁRIO

Data dos Sabbats no Hemisfério Norte

* Imbolc 1 de Fevereiro
* Ostara 21 a 23 de Março (Equinócio)
* Beltane 1 de Maio
* Litha 21 a 23 de Junho (Solstício)
* Lammas 1 de Agosto
* Mabon 21 a 23 de Setembro (Equinócio)
* Samhain 31 de Outubro
* Yule 21 a 23 de Dezembro (Solstício)

Data dos Sabbats no Hemisfério Sul

* Lammas 1 de Fevereiro
* Mabon 21 a 23 de Março (Equinócio)
* Samhain 1 de Maio
* Yule 21 a 23 de Junho (Solstício)
* Imbolc 30 de Julho
* Ostara 21 a 23 de Setembro (Equinócio)
* Beltane 31 de Outubro
* Litha 21 a 23 de Dezembro (Solstício)

"A mulher despertada para a sua Deusa interior, caminha serenamente entre a dor e as verdades da alma, consciente da meta estabelecida e da plenitude a ser alcançada."

Lya Luft

A maturidade me permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranquilidade, querer com mais doçura.

Aprendemos a amar ...

Os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar.
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim, a amar o que nos foi dado, pois tudo o que relamente é nosso, nunca se vai para sempre.
(Bob Marley)

A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do místico...Aquele a quem seja estranha tal sensação, aquele que não possa devanear e ser empolgado por esse encantamento não passa, em verdade, de um morto."

Albert Einstein

"O movimento absoluto da vida é o resultado perpétuo de duas tendências contrárias que nunca serão opostas." Eliphas Levy
"A razão e a fé se excluem mutuamente pelas suas naturezas e se unem pela analogia. A analogia é o único mediador possível entre o visível e o invisível; ela é a chave de todos os segredos da natureza e a única razão de ser de todas as revelações. Para o ignorante, a hipótese é a afirmação absoluta e a afirmação absoluta é a hipótese."
Eliphas Levy
"A morte é um fantasma da ignorância - ela não existe. Tudo é vivo em a natureza; e é porque tudo é vivo que tudo se move e muda incessantemente de formas." Eliphas Levy

"A vida não dá e nem empresta, não se comove e nem se apieda. Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos.”

Albert Einstein

"A Grande Obra é, antes de tudo, a criação do homem por si mesmo, isto é, a conquista plena e total que faz das suas faculdades e do seu futuro; é, principalmente, a emancipação perfeita da sua vontade..."
Eliphas Levy

"A última vitória que o homem pode obter sobre a morte é triunfar do gosto da vida, não pelo desespero mas por uma esperança maior ... por tudo que é belo, honesto ... Aprender a vencer-se é, pois, aprender a viver ... Todo homem que está pronto para morrer ... é imortal na sua alma..."
Eliphas Levy
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"Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado."
Albert Einstein

"Toda intenção que não se manifesta por atos é uma intenção vã, e a palavra que a exprime é uma palavra ociosa.
É a ação que prova a vida, e é também a ação que prova e demonstra a vontade.
Por isto está escrito nos livros simbólicos e sagrados, que os homens serão julgados, não conforme seus pensamentos e suas idéias, mas sgundo suas obras.
Para ser é preciso fazer..." Eliphas Levi - Dogma e Ritual da Alta Magia

"Começa por fazer o que é necessário, depois o que é possível e de repente estarás a fazer o impossível."
São Francisco de Assis
"Todo poder que não dá razão a si mesmo e que pesa sobre as liberdades, sem lhes dar garantias, é somente um poder cego e transitório; a autoridade verdadeira e duradoura é a que se apóia na liberdade, dando-lhe, ao mesmo tempo, uma regra e um freio."
Eliphas Levy

“Eu levanto-me hoje
Pelo poder do Céu:
A luz do Sol,
O brilho da Lua,
O esplendor do Fogo,
A rapidez do Raio,
A doçura do Vento,
A fundura do Mar,
A segurança da Terra,
A firmeza da Rocha.”

"Será que anjos existem? Acho que sim.

“Anjos que com belas palavras te farão esquecer dias infaustos de dor... que contigo compartilham tristezas, alegrias...

E quando a ajuda é recebida... Quando a ferida é fechada... Eles se vão... E tornam ao céu... A bater as suas asas no infinito das estrelas.

O anjos existem ? Claro que existem. Existem aqueles que estão pertinho de nós e que nos deitam a mão, que nos dão um sorriso, um abraço, que nos dizem uma palavra de carinho e de incentivo e existem os outros, que nós não vemos, mas que sabemos que eles estão lá… aqueles que acima de tudo...resgatam o nosso sorriso quando mais precisamos...”

"... Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração! Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente! Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE! Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes. Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer: - E daí? EU ADORO VOAR!"

Apesar de cultuar as forças da Natureza e a Religião antiga, transcrevo neste blog trechos de trabalhos de Eliphas Levy, Hermes Trismegistus, John Dee, Edward Kelley , Allan Kardec, Chico Xavier, Madre Teresa, São Francisco de Assis, Ghandi, por admiração ao seu trabalho.

Meu profundo respeito a todas as escolas,

(¯`·._.·Meiroca·._.·´¯)