"Foge portanto daqueles que te querem convencer que o sofrimento voluntário, cego ou passivo, que a subjugação da liberdade da tua consciência a outra, que a negativização da tua aura, é O Caminho. ... Tu és o Teu Próprio Caminho. ... Por isto está escrito: Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos fará livres. Este mundo não é um antro de demônios expiando seus pecados; este mundo é um dossel de Deuses que dormem, e dormindo, sonham."

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"Olhe
mas não toque.
Toque
mas não prove.
Prove
mas não engula."

"A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original."

Albert Einstein

"Penso noventa e nove vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio - e eis que a verdade se me revela."

Albert Einstein

"O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer."

Albert Einstein

"A condição dos homens seria lastimável se tivessem de ser domados pelo medo do castigo ou pela esperança de uma recompensa depois da morte."

Albert Einstein

"Existem apenas duas maneiras de ver a vida; Uma é pensar que não existem milagres e a outra é que tudo é um milagre."

Albert Einstein

"Evitar a felicidade com medo de que ela acabe, é o melhor meio de se tornar infeliz."

Albert Einstein

"A felicidade não se resume na ausência de problemas, mas sim na sua capacidade de lidar com eles."

Albert Einstein

"A percepção do desconhecido é a mais fascinante das experiências. O homem que não tem os olhos abertos para o misterioso passará pela vida sem ver nada."

Albert Einstein

"A luz só, sem sombra, seria invisivel para nossos olhos e produziria um deslumbramento equivalente às mais profundas trevas." Eliphas Lévi

"Deus chama-se verdade, e nele a sombra e a luz fizeram um. Aquele que conhece isto não mente nunca, porque se ele quiser mentir, ele fez de sua mentira uma verdade." livro Oupnek´hat, livro mágico dos Brahmas

"Deus: Eu sou a alma universal, em mim estão o bem e o mal que se corrigem um pelo outro. Aquele que sabe disto, não será nunca um pecador; ele é universal como eu."

"Eu não tenho medo senão dos que temem o diabo" Santa Teresa

"O que é superior é como o que é inferior e o que está em baixo o que está em cima para formar as maravilhas da coisa única." Grande Hierofante Egicio (principio Hermético)

MAXIDESVALORIZAÇÃO DO DOLAR - GUERRA ECONÔMICA - ESTRATÉGIA DOS EUA PARA MAXIDESVALORIZAR DÓLAR, ZERAR DÍVIDA PÚBLICA INTERNA E DEPOIS FIXAR NOVA PARIDADE CAMBIAL - A NOVA ARMA IMPERIALISTA - CAPITALISMO-SOCIALISMO - ALIENAÇÃO ELEITORAL - FIDEL CASTRO ALERTA SOBRE RISCOS DE AMEAÇA NUCLEAR - TERCEIRA GUERRA MUNDIAL PARA FINAL DE 2011!


Moeda podre produz terceira guerra mundial

 
Dragão chinês desata guerra econômica mundial com as reservas trilhonárias de dólares candidatos à desvalorização que desova pelo mundo afora, desestabilizando as moedas nacionais , enquanto joga a economia internacional entre a escalada protecionista ou a retomada socialista, sem soltar um tiro. A prática da guerra bélica espacial nuclear que Tio Sam colocou em prática perdeu utilidade visto que os governos capitalistas não têm crédito mais para jogar seus títulos a fim de capitalizarem as indústrias de guerra. Enquanto isso, os chineses criam nova guerra com os dólares podres que repassam aos trouxas.
Vai correr sangue? Nunca se deixa de jorrar algum. Mas, talvez, quase certeza, essa terceira guerra, que, parece, já começou, não terá como foco a dinâmica bélica e espacial puxada pelos gastos públicos, para dinamizar a demanda global, como essência do sistema, como aconteceu no século 20, por intermédio da moeda simbólica (papel-moeda). Por que? Simples. Não há gás financeiro mais no sistema que se encontra diante do perigo simultâneo de inflação e deflação.
Os governos europeus e americanos, mestres das guerras, estão falidos. Se puxarem os juros, para venderem seus papéis, prática dos governos monetariamente simbólicos, a fim de irrigarem as atividades produtivas, que, se deixadas a si mesmas, entram em crise de realização, como demonstrou a crise de 1929, desabam. O ciclo do crédito, bombado pelo simbolismo monetário global, alavancado pelos governos, no século passado, esgotou. Eles não estão conseguindo sobreviver, à larga, no século 21, mediante o velho expediente.
O estouro financeiro, agora, sem poder expressar em seu reverso, na fuga para as guerras, apenas, sinaliza outras duas vertentes que já foram buscadas em vezes anteriores: o protecionismo, de um lado, e o socialismo, de outro. O primeiro, a história já mostrou, desata nacionalismos fascistas e nazistas; o segundo, com excesso de estado, o totalitarismo. O que vem, no século 21, depois do setembro de 2008, que vai arrastando geral o capitalismo para uma nova etapa, ainda, não se conhece sua verdadeira face. É um vir a ser. Seria capitalismo + socialismo / 2? Mas, a China mostra aí que não é bem assim.
A nova face do sistema, em que as atividades produtivas tentam sobreviver, como fazem os chineses, mediante revival do mercantilismo, mobiliza geral os nacionalistas diante do estresse total do neoliberalismo. A era neo-mercantilista se instalaria sem sangue?
Os chineses estão com as novas armas. Quais? Excesso de reservas cambiais acumuladas em moeda – dólar – que se desvaloriza, invariavelmente. A China, com elas, passa a ser a titular da ação global no comando do poder monetário, jogando para cima e para baixo as cotações, visando interesse nacional. Ou seja, individualismo no contexto das relações entre nações. Ela utiliza o que está caminhando para ser descartado pelo contribuinte, a fim de fazer política cambial a favor dos produtos chineses. Desloca os concorrentes,no peito e na raça, para além dos acordos internacionais. É a nova guerra.

A dança monetária


- Meu comandante, você está quebrado. Se você joga, no olho da rua, 500 mil funcionáros que são consumidores, como você vai conseguir arrecadação? Cê tá caindo no discurso neoliberal. O jeito é distribuir consumo para seu cofre encher e com isso aumentar os investimentos. Assim, posso mandar nossas empresas dar uma força para Cuba. Nem os chineses, com aquela dinheirama toda desvalorizada , vai se interessar por você, se o governo do Raul destruir consumidores; - É, Lulinha, tou lendo o Keynes, esses dias. Vou ter que botar o espírito animal dentro da ilha e distribuir bolsa família. Do contrário, pode pintar uma rebelião aí, uma anti-revolução cubana; - Te cuida, Fidel, de cuida... Olha, solta esses presos, aí, essa turma dá uma despesa e uma dor de cabeça danadas....
O presidente Lula, sem saber, ainda, o que fazer com tanto dólar que chega às praias tupiniquins, fugindo da eutanásia do rentista, em vigor na Europa, Estados Unidos, Japão e China, tenta segurar a onda com o chamado Fundo Soberano, depois de angariar sucesso apelando para a renúncia à poupança, obtendo, dessa forma, fama de renovador social por jornais da direita européia, como o Le Figaro. Emitirá real, para capitalizar esse fundo, com o qual comprará dólares, na tentativa de esterilizá-lo? Joga por terra a concepção inicial do conceito de fundo soberano que seria o de bombar empresas brasileiras na cena internacional com possível excesso de poupança interna, fugindo das quedas de preços, invariavelmente, alcançadas nos ciclos poupancistas. Conseguirá? Ou vai salvar as empresas chinesas, que encherão as burras do fundo soberano?
Haja capacidade de endividamento do tesouro!
Uma hora, talvez, já, no início do próximo governo, possivelmente, a ser comandado por Dilma Rousseff, a confirmarem-se as pesquisas, será preciso dar o breque. Os chineses, que não entram em guerra bélica e espacial, para dominar a cena internacional, ao contrário dos americanos, que lançaram mão dessa estratégia, depois da segunda guerra mundial, realmente, jogam, utilizando o dólar desvalorizado de Tio Sam, para impulsionar outra guerra, a econômica.
Por enquanto não está matando ninguém, com mobilização dos exércitos, embora, semana sim, semana não, Barack Obama, que é o comandante chefe do maior exército e da maior força bélica, espacial e nuclear do mundo, alerte a China quanto a sua falta de ação na política cambial, deixando o yuan desvalorizado para impulsionar manufaturados chineses baratos, sem concorrentes, no mundo, no neo-mercantilismo que põe em prática, assustando geral. Mas, até quando?
O Fundo Soberano ativado por Guido Mantega, ministro da Fazenda, será capaz de suportar o rojão? Se todos os ministros da Fazenda do mundo, à exceção do da China, lançarem mão dos seus fundos soberanos, para comprarem dólares, enxugarão as reservas em moeda americana, na casa dos quase 3 trilhões de dólares que os chineses dispõem? E qual seria o contrapolo dessa esterilização, senão desbalanceamento econômico e avanço dos chineses sobre os ativos em geral, onde estiverem ao alcance dos dólares que de ativos ruins se  transformarão em seus opostos, expressos em abocanhamento das riquezas nas terras dos outros em favor da China?
Quem é capaz de segurar os chineses? A escalada socialista ou a escalada protecionista?

Capitalismo-socialismo

 
Nem laissez-faire nem estatização cubana, mas laissez-faire + revolução cubana/2 , diria Keynes, desde que não haja mais, é claro, bloqueio continental assassino norte-americano contra ilha. Lula pode levar as empresas para lá, dando uma força, enquanto se desenvolve o mercado de capitais, para que uma nova distribuição da renda seja feita por meio do neosocialismo acionário, que vai derrotando o capitalismo no varejo todo o dia. É duro, dá trabalho, mas é melhor do que voluntarismo a qualquer custo. Parece que o Fidel está começando a entender.... Se for nessa linha, pode ser que a China põe umas moedas podres lá, também, como está fazendo no Brasil...

Keynes, em “O fim do Laissez-faire” (1926, Ática, 1978), destaca que nas águas das ressacas das violentas crises de crédito que balançam o capitalismo, recorrentemente, sobram como alternativas as ações mercantilistas protecionistas ou o sistema socialista. Ambos, diz, são deficientes. A economia marxista, na opinião dele, é, tecnicamente, ruim. Olha a crise econômica cubana aí! Já, o protecionismo, embora negativo, representa, apenas, paliativo. Qual a saída?
Recorre o autor de “Teoria Geral do Juro, da Moeda e do Emprego” a Bentham e seu conceito velho, “embora útil”, de Agenda e Não-Agenda dos governos. Estes, diz, frente aos colapsos de crédito, devem controlar o crédito e evitar a formação de poupanças.
“Creio – diz – que é preciso haver algum ato coordenado de apreciação inteligente sobre a escala desejável em que a comunidade como um todo deva poupar, a escala em que esta poupança deva ir para o exterior sob a forma de investimentos externos (seriam os fundos soberanos que agora se preparam para comprar dólares podres?) ; e sobre se a atual organização do mercado de capitais distribui a poupança através dos canais produtivos mais racionais. Não acho que estas questões possam ser deixadas inteiramente como estão sendo agora, ao sabor da apreciação particular e dos lucros privados”.
Keynes toca o dedo na ferida. O problema, para ele, é a fundamentação da sociedade na proteção dos “MOTIVOS MONETÁRIOS INDIVIDUAIS”.  Abre-se, não ao socialismo, mas à democratização das sociedade por ações. Por meio delas, conclui: “A batalha do socialismo contra o lucro privado ilimitado está sendo ganha de hora em hora no varejo”.
O essencial, no conceito das Agenda, para Keynes , é a busca de uma essencial necessidade: “Devemos aspirar à separação dos serviços que são tecnicamente sociais dos que são tecnicamente individuais”. É o que Lula, com aplauso da burguesia conservadora européia, está fazendo Por isso, para uns, Keynes é capitalista, para outros, socialista. Fidel e Raul, por exemplo, diante do estresse socialista cubano, cai, agora, na de Keynes.


Individualismo oriental


- Jin, o negócio é a gente se unir e você ir para o Brasil, com as empresas americanas, ocupar aquele espaço virgem, lá, jogando nossas moedas. O juro do Meirelles tá uma beleza... Mas, precisariamos dividir a senhoriagem, heim?; - ô, Barack, cê tá querendo demais. Eu ajunto seus dólares, que estão desvalorizando, e na hora que busco valorizá-los, comprando os ativos pelo mundo afora, você quer morder um pedaço, e ainda por cima quer valorizar minha moeda? Por que você não faz igual ao Lula, joga bolsa família na África, para ativar as indústrias americanas, que estão sem consumo nos Estados Unidos? Se vire, bicho....
Os chineses, que, por enquanto, estão com a bola toda, deixam, nesse instante, de ver, do ponto de vista global, o todo em movimento. Diante do colapso do capitalismo americano, o estado chinês age não com o pensamento coletivo, mas, ao contrário, com a mais pura vocação individualista. Atua o governo da China, com os dólares desvalorizados disponíveis no caixa do tesouro chinês, embalados por “MOTIVOS MONETÁRIOS INDIVIDUAIS”.
A estratégia chinesa, pelo que se vê, é a de arrasa quarteirão. Implica imposição de senhoriagem agressiva que leva a economia à inevitável terceira guerra mundial, expressa, por enquanto, no revival de violento mercantilismo. Lança mão da mesma arma que a Europa, no século 14 , 15 e 16 utilizou para criar as bases do poder industrial à custa de guerras e mais guerras, praticando o puro darwinismo econômico global. Salve-se quem puder.
Se todos, diante da ação mercantilista guerreira chinesa, terão que, de alguma forma, desvalorizarem suas moedas, ocorrerá, consequentemente, selvageria monetária em marcha.
Sai de cena a guerra convencional, tocada pela moeda simbólica que faliu, para a guerra econômica, impulsionada pela falência monetária global, expressa nos dólares podres em poder dos chineses que buscam desová-los à custa do sacrifício dos outros.
Eis a terceira guerra financiada pela moeda podre. Trata-se da nova face do capitalismo predador vigente na grande savana africana global. As bombas atômicas estocadas nos depósitos de Tio Sam teriam alguma serventia para conter a escalada do dragão chinês, se ele está falido e sem bala na agulha para acioná-las?

Dólar forte vem aí para reeleger Obama, deixando pepino para quem suceder Lula

 Categoria: (Economia, Política) por Cesar Fonseca. Sebastiao Gomes em 13-10-2010

 DÓLAR FORTE VEM AÍ. - Olhaí , gente, vocês acham que vamos ficar parados, com a boca aberta, cheia de dentes, esperando a morte chegar, como disse o genial cantor e compositor brasileiro, Raul Seixas? O Paul Vocker, aqui do meu lado, que, sempre, socorreu o dólar com o juro alto, descobriu a pólvora, a arma inversa, o juro baixo ou negativo: enchemos essa periferia de dólar senil, desvalorizado, valorizamos a moeda deles, desovamos nossas mercadorias, acabamos com nossa dívida, barateada por juro negativo, depois lançamos nova paridade cambial. Que tal 1:100? As reservas do Meirelles cairiam para 30 bilhões, as da China, para 300 bilhões, enquanto nossa dívida ficaria uma merreca de 1,5 trilhão. Quem vai chiar? Estamos com um estoque fenomenal de bombas atômicas! O partido Democrata não terá nada a perder, salvo a minha reeleição em 2012, morou? Viva Adam Smith!

A palavra de ordem do Banco Central dos Estados Unidos é afrouxamento monetário. Quanto mais bambo melhor. Ele põe em marcha nova política monetária internacional. A crescente inflação latente, porém, oculta, do dólar, escondida, dialeticamente, na monumental dívida pública interna americana, que cresce no lugar dela, enquanto, em contrapartida, emerge, aparente, deflação no comércio de bens e serviços, decorrente da bancarrota financeira de setembro de 2008, que interrompeu o circuito do crédito direto ao consumidor, responsável pela dinâmica econômica americana, implementa choque monetário já em curso. O presidente Barack Obama prepara salto triplo sem rede para recuperar o prestígio da moeda de Tio Sam, como fez Itamar Franco, em 1994, ao lançar o real e abrir caminho para a vitória eleitoral do seu sucessor Fernando Henrique Cardoso(1995-2002).

Por que o presidente do BC, Henrique Meirelles, berrou, semana passada, em Washington, na fracassada reunião do Fundo Monetário Internacional, a fim de buscar alternativas à guerra cambial desatada pela maxidesvalorização do dólar? Claro, banqueiro como é, está vendo o óbvio: trata-se de jogada de Tio Sam para zerar a dívida pública interna dos Estados Unidos, que se transformou no estopim de uma bomba atômica econômica global. Quanto mais Washington emite dólares sem lastro, menos vale o dólar, que sob juro negativo, principal arma da nova política monetária americana, cancela, crescentemente, a dívida de Tio Sam. Quando tiver toda a dívida zerada, certamente, emergiria mágica heterodoxa: poderá ser fixada nova paridade cambial. Por exemplo, 1:100. Ou seja, 100 dólares velhos, desvalorizados, valeria 1 dólar saneado pelo fim – ou quase – da dívida pública sob juro negativo.

As reservas cambiais brasileiras, hoje, na casa dos 300 bilhões de dólares, valeriam 30 bilhões de dólares; as da China, na casa dos 3 trilhões de dólares, passariam a ser cotadas em 300 bilhões de dólares. E a dívida pública interna de Tio Sam, no compasso do juro zero ou negativo – quanto mais negativo, melhor – cairia dos atuais 15 trilhões para, 1,5 trilhão de dólares. Vale dizer, perfeitamente, administrável, podendo, novamente, começar outra era de endividamento, comandada, então, pelo DÓLAR FORTE, nascido da dissolvição da dívida sob impacto da soda cáustica expressa em juro negativo.

Quem acha que Tio Sam entrará no ajuste fiscal ortodoxo, reclamado pelo FMI e pelos emergentes e europeus, levanta o dedo? Trouxa! Certamente, partiria para a heterodoxia para acabar com a dívida e renovar o fôlego para endividar mais , como recomenda, em A riqueza das Nações, Adam Smtih. A dívida pública, diz, nunca é paga , mas, permanentemente, rolada. Quando fica incontrolável, requer choque. O choque, agora, é mais dívida, porém,  impactada por juro negativo. Configurar-se-ia o que Marx repetiu sobre dívida pública interna, concordando com Smith, de que ela é valor que se desvaloriza.

Nova arma imperialista

 - Acumulei tanto, para Tio Sam vir, agora, com esse juro negativo deixar eu totalmente abarrotado de verdinhas que tendem a desvalorizar-se ainda mais. Que faço com essa montanha de dinheiro? Me ajudem! Tou tentando recomendar a Tio Sam que faça uma ajuste fiscal, mas será que ele vai me obedecer? Ó, céus!

Dever em dólar, agora, representa melhor negócio do mundo. Ficar vendido em real e comprado em dólar, eis a armadilha em que o BC, sob Henrique Meirelles, jogou a economia nacional. O Brasil está comprado em mais de 300 bilhões de dólares, que se desvalorizam, continuamente, no compasso da jogada monetária de Obama de abarrotar o mercado de verdinhas encardidas, via emissão do tesouro. Quem vai comprar esses dólares acumulados, se houver uma nova paridade monetária global em relação ao dólar, depois que a dívida americana, praticamente, secar debaixo da estratégia do juro negativo como arma imperialista em escalada?

A estratégia é clara, só não vê quem não quer. Tio Sam se articula para uma tentativa imperial, de submeter o mundo ao seu talante. Na medida em que aumenta a dívida que não paga juro, que, portanto, se desvaloriza, ao mesmo tempo que estimula investidores a se deslocarem , com esses dólares desvalorizados, para a periferia capitalista que se endivida com o juro alto que atrai moeda podre, como é o caso brasileiro, a dívida americana vai se dissolvendo. Tio Sam vai exportando seus problemas para que os outros resolvam para ele.

Indisfarsável calote se encontra na base da política monetária obamista imperialista. E quando chegar o momento em que a dívida estiver zerada ou quase zerada? Não poderia pintar um NOVO DÓLAR? A função desse NOVO DÓLAR seria a de afastar-se do velho dólar, que não valeria mais nada. Evidentemente, Tio Sam não interessaria pelos dólares que lançou na economia em escala incomensúrável, na fase anterior ao NOVO DÓLAR, ou seja, nesse justo momento.

Afinal, não teria fôlego para enxugar a base monetária dolarizada, sob pena de ter de enfrentar incontrolável implosão do endividamento, que , por sua vez, produziria hiperinflação exponencial, levando tudo de roldão. Não se pode deixar de pensar politicamente no sentido de que o que domina a mente americana, no plano econômico, é o velho nacionalismo.  E os mais nacionalistas são, justamente, os democratas. Ameaçados de perderem a Câmara e o Senado, nas eleições parlamentares, desse ano, criando correlação de forças favoráveis aos republicanos, para disputarem, com vantagens, a sucessão em 2012, os democratas ficariam patinando na ortodoxia econômica neoliberal que faliu?

Nacionalismo eleitoral

Em meio às crises monetárias, a salvação não é a ortodoxia, mas a total heterodoxia, como comprovou o Plano Real, lançado por Iamar Franco, que jogou e acertou no sucesso da heterodoxia do real. Garantiu a FHC dois mandatos presidenciais consecutivos, garantindo inflação baixa via sobrevalorização cambial e juro alto. O contrapolo é a dívida, que, como diz Smith, é rolada, continuamente. Quando o governo brasileiro vai agir para desvalorizar a sua dívida, como faz, agora, o governo americano?

O nacionalismo americano deixaria o dólar entrar em estresse total, a ponto de ir aos ares a soberania imperial? Entre a vida e a morte, Tio Sam optaria pela morte? Primeiro, claro, salvaria a própria pele.

O que fizeram os governos neorepublicanos brasileiros, diante da hiperrinflação desatada pela crise monetária do dólar, nos anos de 1980, que romperam com a ditadura militar? Tiveram que ir às urnas em meio à inflação exponencial. Como não podiam combatê-la, ortodoxamente, por meio de pau nos sindicatos, que fizeram os ditadores, optaram, obrigatoriamente,  pelo combate heterodoxo à alta dos preços.

A ortodoxia neoliberal recomenda a Obama ajuste brabo, como recomendou o FMI na Era FHC? O titular da Casa Branca, que deseja reeleger-se em 2012, seguirá essa terapia antipopular?

Os planos econômicos neorepublicanos – Cruzado(I e II), Collor(I e e II) e o Real – heterodoxos foram alternativas tentadas para combinar combate à super-hiper-inflação com desenvolvimento sob democracia. Qualquer governo que apoiasse represssão salarial na base do cacete perderia eleição.

A salvação da moeda brasileira, como reação ao ajuste monetário americano, desencadeado em 1979, com o aumento da taxa de juro prime rate de 5% para 19%, foi uma tentativa de acerto e erro que caminhou erraticamente, com a redemocratização do país.

Da desindexação do reajuste salarial da inflação, passou para uma inflação futura projetada, acompanhada de controle de preços. Em seguida, congelamento geral de preços e salários. Depois, criação da URV, que engrenou preços e salários sob maxivalorização cambial via juro alto. A inflação despencou, mas a dívida explodiu, sinalizando, posteriormente, bolhas especulativas. De 1994 até agora(Eras FHC e Lula), o Real tem sido fruto da tentativa de equilibrar moeda valorizada, juro alto e endividamento elevado, para combater pressões inflacionárias.

Mágica heterodoxa

 

 - O dólar vai para baixo e o real para cima. Esse jogo nos destroi. É a guerra cambial. Como vamos manter nossa indústria, nossa taxa de emprego ascendente? A estratégia lulista, de sustentar o consumo, enquanto o real se fortalece, representa sangria nas nossas finanças públicas, com o juro alto, enquanto o juro negativo americano dissolve a dívida de Tio Sam. É o neo imperialismo do juro negativo.

Obama, nesse momento, em total sinuca de bico, mira terapia heterodoxa para salvar o dólar, jogando na tática do Real brasileiro, só que de maneira inversa. Que mágica seria essa? Em 1974, o governo Nixon, diante da tentativa do governo Willy Brant, da Alemanha, de resgatar, no Forte Knox, 10 bilhões de dólares em barras de ouro,  já que temia crise deficitária americana por conta da guerra do Vietnan, desindexou-desvinculou o dólar do ouro.

Tio Sam deixou a moeda flutuar. Deu tremendo beiço na praça global. Quem estava comprado em dólar dançou; quem estava vendido, se deu bem.

Em 1979, livre, definitivamente, do padrão-ouro, Washington, diante do excesso de oferta de eurodólares, nipodólares e petrodolares, candidatos a comprarem o patrimônio americano, elevou, brutalmente, os juros, para enxugar geral a praça encharcada. Ainda tinha fôlego para tanto, o que não é o caso atual mais. Quem devia em dólar, como a periferia capitalista, Brasil em destaque, lascou-se de verde amarelo.

E agora, em 2010, depois da bancarrota financeira de 2008, quando, de novo, o deficit americano ameaça o dólar, mas o governo não pode mais lançar mão do juro alto, o que faz? Parte para o juro negativo, o calote.

O berro de Henrique Meirelles, em Washington, seria início de uma reação nacionalista brasileira à nova investida monetária imperialista de Tio Sam,  para salvar a moeda americana, deixando ela virar boró na mão dos outros?

Alienação eleitoral


Enquanto a sucessão brasileira descamba para o fundamentalismo religioso e para o falso moralismo, a discussão dos problemas concretos está sendo deixada para depois, sem que a sociedade saiba o que será feito para evitar que a moeda brasileira mergulhe no abismo cavado pelo neoimperialismo jurista negativo americano. Dilma, Serra, vão continuar mudos?

Com inflação  e dívida cadente sob impacto do juro negativo, Tio Sam, seguindo os passos de Adam Smith, poderia, novamente, tentar exercitar o velho papel, talvez, sob nova correlação de forças globais, porém, com seu poder, relativamente, renovado e ainda forte. Que papel? Claro, o de ser emissor de capital dinheiro, de acordo a famosa fórmula de Marx.

Inicialmente, nas trocas comerciais, diz o autor de O Capital, rolava  a relação M-M, ou seja, mercadoria trocada por mercadoria, escambo; depois, o dinheiro entra como mediador: M-D-M, mercadoria trocada por dinheiro que compra mercadoria, sendo o dinheiro equivalente geral; por fim, o dinheiro vira capital e a circulação capitalista passa a ser D-M-D’.

Vale dizer, o capitalista joga D(dinheiro) na circulação, para produzir M(mercadoria), que se transforma em D’, dinheiro valorizado-potencializado pelo trabalho humano(mais valia).

Esse papel imperialista do dinheiro, sob deficit elevado, não pode mais ser exercitado por Tio Sam, salvo se a dívida for dissolvida pelo juro negativo, heterodoxamente.

Morte e ressurreição 

 

 

O capital dinheiro emitido por Tio Sam confirma Marx que previu o empoçamento desse dinheiro capital na crise, inviabilizando sua autonomia, que Keynes imaginou ser capaz de se realizar como dínamo perpétuo, enquanto a taxa de juro fosse capaz de irrigar e enxugar a circulação monetária. A realidade mostra que o juro zero ou negativo é a nova força que Tio Sam tenta acionar como último recurso imperialista. Conseguirá?

Keynes destaca que a única variável econômica verdadeiramente independente sob capitalismo é o aumento da quantidade da oferta de  moeda(D) na circulação capitalista pela autoridade monetária que promove a eficiència marginal do capital(lucro), expressa em 1 – aumento de preços, 2 – redução dos salários, 3 – diminuição dos juros, 4 – perdão da dívida do empresário nas compras a prazo e 5 – aumento da oferta da unidade de trabalho abstratamente homogeneizado do ponto de  vista do custo decorrente da pressão inflacionária, que diminui seu poder de compra, elevando a lucratividade do capital.

Nesse exato momento da crise global, Tio Sam, depois da bancarrota de setembro de 2008, não pode mais lançar D(dinheiro) na circulação, pois já se encontra excessivamente endividado. Para exercitar essa função, que lhe garantiu o poder imperial, teria que, com juro negativo, desindividar-se, só que não através da ortodoxia, a la FMI, mas da heterodoxia.

O caráter heterodoxo da manobra americana, por sua  vez, é inversamente proporcional à heterodoxia adotada, sob pressão do FMI, pelos emergentes e subdesenvolvidos, a partir dos anos de 1980 , mediante desindexações, que zeravam inflação e expandiam as dívidas por conta de juro alto para atrair poupança externa.

Tio Sam, opostamente, quer zerar a dívida e expandir – um pouco – a inflação, senão se afoga na deflação.  Não há dúvida: Obama alavanca calote para fortalecer, heterodoxamente, o dólar.

Tal heterodoxia cumpre um roteiro macabro: o dólar precisa morrer para renascer, qual prega o espiritismo, para salvação das almas pecadoras, por meio da ressurreição.

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Fidel Castro alerta sobre riscos de ameaça nuclear

Adital -
O líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, chamou novamente a atenção da população sobre o risco que os "habitantes do planeta estão correndo" ante uma eventual guerra nuclear mundial. O alerta foi dado ontem (7) em um artigo intitulado "As armas nucleares e a sobrevivência do Homo Sapiens".
Fidel acredita que o povo precisa ser informado sobre o significado "da energia nuclear" para o futuro da espécie humana. No dia 28 de setembro, em um discurso em La Habana, o líder cubano comentou ser importante que todos tivessem alguma noção sobre o que é a arma nuclear. Para ele, a única "esperança consiste em levar às massas, de forma serena e razoada, o fato real de que todos os habitantes do planeta estão correndo um enorme risco".
Fidel baseia suas atuais reflexões nas palavras de dois pesquisadores que visitaram a ilha caribenha nas últimas semanas: Alan Robock, científico norte-americano e professor emérito da Universidade de Rutgers, em New Jersey; e Michel Chossudovsky, professor emérito da Universidade de Ottawa, diretor do Centro de Investigação sobre Globalização e editor do site "Global Research".
O líder revolucionário, Robock, na visita, destacou a teoria do "Inverno Nuclear". "Bastariam 100 das 25 mil armas nucleares estratégicas que existem hoje - explicou-nos - para que se ocasione uma tragédia", apontou Fidel.
Segundo o artigo "As armas nucleares e a sobrevivência do Homo Sapiens", a teoria do "Inverno Nuclear" mostra que as armas não poderiam ser utilizadas se não existissem e, como não há uma justificativa racional para serem utilizadas, deveriam ser destruídas a fim de evitar qualquer acidente ou "erro de cálculo".
"(...) qualquer país que neste momento esteja considerado na via nuclear necessita reconhecer que estaria pondo em perigo não só suas próprias populações, mas também o resto do mundo", apontou o investigador.
Já as considerações de Chossudovsky foram coletadas por Fidel durante uma conferência realizada no início deste mês da Universidade de La Habana. Na ocasião, o economista canadense comentou sobre o risco da guerra e o emprego das armas atômicas.
De acordo com as reflexões de Fidel, Chossudovsky destacou também a relação entre os projetos econômicos e militares do governo estadunidense. "O dia de hoje quis focar muito mais na questão da aventura militar que está acontecendo. É uma aliança dos Estados Unidos, da Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte] e de Israel, é um projeto militar; mas, por sua vez, é também um projeto econômico, porque é um projeto de conquista econômica", lembrou o economista.
Chossudovsky destacou ainda a ameaça nuclear dos Estados Unidos ao Irã sob o "pretexto" de que este país "é uma ameaça à segurança mundial". O pesquisador também não descartou a possibilidade da ameaça tornar-se uma guerra mundial.
"(…) estamos realmente em uma conjuntura onde o futuro da humanidade está afetado, porque se tiver um ataque nuclear ao Irã - como já está se anunciando, e há preparativos de guerra desde 2004 -, isso significa que, primeiro, nessa guerra do Oriente Médio, Ásia Central, que agora está limitada a três teatros, Afeganistão, Iraque e Palestina, vamos ver uma escala do processo militar com a possibilidade de um cenário de guerra, a terceira guerra mundial", comentou.
O artigo de Fidel Castro completo está disponível em: http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/79615-NN/fidel-reitera-necesidad-de-alertar-al-mundo-sobre-amenaza-nuclear-sobre-la-raza-humana/


Terceira Guerra Mundial para final de 2011!
Numa entrevista da rádio Coast2Coast, os fundadores do webbot, Cliff High e George Ure, revelaram os últimos resultados do relatório do programa que alguns chamam de “o profeta da Internet”, anunciando ,entre outras coisas, a Terceira Guerra Mundial para final de 2011!


Pequena introdução ao conceito de webbot

Web bot é um programa que varre a internet aleatoriamente, a fim de ter uma idéia do inconsciente coletivo. E, portanto, prever os acontecimentos que se aproximam. Começou a ser utilizado nos inícios dos anos 90 para antecipar o fluxo de bolsa. Mas alguns dados relativos a humanidade começaram a surgir. E ao acaso.
Em Junho de 2001, web bot previu que, nos próximos 60 a 90 dias, um evento de
tamanha importância iria alterar radicalmente a vida dos americanos.
No dia 11 de Setembro, aviões destruíram as Torres Gêmeas e como sabem, muito mais !
Em 2004, Web Bot anuncia enorme terremoto, com devastadoras ondas,
e um pesado veredicto de 300 000 vítimas. No entanto, o tsunami devastou
as costas do Sudeste Asiático s’abat, em Dezembro de 2004.
Web bot também havia antecipado o “apagão” na costa oeste dos Estados Unidos
em 2003 e em 2005 a devastação do furacão Katrina.


Alguns factos apontados pelo WebBot para os próximos meses
As seguintes previsões foram reveladas durante uma entrevista de rádio com Cliff High e George Ure em pessoa.
Guillaume Thuillet, o tradutor oficial do webbot em França, diz que se trata de “possibilidades do futuro”. “O Webbot reflecte em grande parte os medos do povo, os receios que marca o imaginário colectivo. Mas o medo que o evento ocorra não significa necessariamente a sua actualização no mundo real.
Como é óbvio, não pudemos levar estas previsões à letra, pois o Web bot também já previu muita coisa que não aconteceu, como também não previu muita coisa que aconteceu…

Relatório:
- Não haverá guerra entre Israel e o Irão antes de Novembro de 2010.
- Colapso do dólar em Novembro de 2010.
- Distúrbios sociais relacionados com os preços dos produtos alimentares durante o inverno de 2011.
- Grande Depressão económica e financeira, desencadeada pelo desemprego em massa, falências e um crash bolsista.
- Em Abril de 2011, muitas “perturbações costeiras” (tsunamis, marés mais altas do que o habitual), a situação pode ser preocupante para uma parte da humanidade.
- Em Maio de 2011, as colheitas serão destruídas devido a um desregulamento da magnetosfera (principalmente no hemisfério norte), resultando em distúrbios sociais por causa da fome no inverno e primavera.


Tipping Point emergente: a III Guerra Mundial
Um “Tipping Point” na estrutura linguística que utiliza o Web Bot, define um momento para o qual converge um feixe de dados. Entre esses Tipping Point , existe um que retorna com mais insistência: a III Guerra Mundial .
Cliff High e George Ure revelaram que o Web Bot relatou um “ponto de viragem” em Novembro de 2010 para uma guerra nuclear global, provocada por um erro militar israelita contra o Irão”:
11 de Novembro de 2010 – O webbot adverte contra um grande “ponto de viragem” – A preparação de uma terceira guerra mundial está claramente mencionada!
14 de Dezembro de 2010 – O webbot prevê o lançamento dos primeiros mísseis que desencadearão a Terceira Guerra Mundial
De acordo com Guillaume Thuillet tradutor e especialista francês dos relatórios webbot: “A data do “Tipping Point” está correta. No entanto, trata-se de uma “possibilidade webbot”, não uma previsão ou profecia. O webbot disse isso? Sim. Mas é uma extrapolação de algumas previsões. As informação são exactas mas são possibilidades webbot com base no que as pessoas dizem na internet.
Segundo Cliff High e George Ure, o webbot relata que uma “Nova Ordem Mundial será implementada por volta do ano 2012, após esta guerra devastadora.”
As previsões não são as melhores, mas como já foi dito, não podemos levar estas informações muito a sério, no entanto, temos de ter em conta que a realidade é criada pela consciência global, e o webbot é uma forma de medir a consciência global,… ora, sabendo que a Internet é composta por toneladas de bits de diversos temas e mesmo assim é o tema “3ª Guerra Mundial” que mais se destaca, é de facto preocupante…
http://www.provafinal.net/?p=1026

 

 


"O grande aprendizado humano é entender o destino: ele é dinâmico, incontrolável e irreversível."

“Creio na verdade fundamental de todas as grandes religiões do mundo. Creio que são todas concedidas por Deus e creio que eram necessárias para os povos a quem essas religiões foram reveladas. E creio que se pudéssemos todos ler as escrituras das diferentes fés, sob o ponto de vista de seus respectivos seguidores, haveríamos de descobrir que, no fundo, foram todas a mesma coisa e sempre úteis umas às outras."

“As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos por caminhos diferentes, desde que alcancemos o mesmo objetivo?”

“Mantenha seus pensamentos positivos, porque seus pensamentos tornam-se suas palavras. Mantenha suas palavras positivas, porque suas palavras tornam-se suas atitudes. Mantenha suas atitudes positivas, porque suas atitudes tornam-se seus hábitos. Mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos tornam-se seus valores. Mantenha seus valores positivos, porque seus valores... Tornam-se seu destino.”

MAHATMA GANDHI

EU SOU A DEUSA,
EU SOU A BRUXA,
EU SOU AQUELA QUE ILUMINA E PROTEGE.
O PODER DA GRANDE MÃE ESTÁ DENTRO DE MIM.
QUE A GRANDE MÃE, A SENHORA DO NORTE,
ENCHA DE FRUTOS A ÁRVORE DA MINHA VIDA.
GRANDE DEUSA QUE HABITA O MEU SER!
SANTIFICA CADA PALAVRA MINHA E CADA ATO MEU.
AFASTA CADA SOMBRA DA MINHA VIDA,
ILUMINA TODAS AS MINHAS ESTAÇÕES, FAÇA-ME FORTE NA DOR,
FAÇA-ME BELA NO AMOR.
QUE TEU NOME E TEU PODER .
SEJAM O MEU NOME E MEU PODER.
QUE ASSIM SEJA E ASSIM SE FAÇA.


(desconheço a autoria)

NOSSO CALENDÁRIO

Data dos Sabbats no Hemisfério Norte

* Imbolc 1 de Fevereiro
* Ostara 21 a 23 de Março (Equinócio)
* Beltane 1 de Maio
* Litha 21 a 23 de Junho (Solstício)
* Lammas 1 de Agosto
* Mabon 21 a 23 de Setembro (Equinócio)
* Samhain 31 de Outubro
* Yule 21 a 23 de Dezembro (Solstício)

Data dos Sabbats no Hemisfério Sul

* Lammas 1 de Fevereiro
* Mabon 21 a 23 de Março (Equinócio)
* Samhain 1 de Maio
* Yule 21 a 23 de Junho (Solstício)
* Imbolc 30 de Julho
* Ostara 21 a 23 de Setembro (Equinócio)
* Beltane 31 de Outubro
* Litha 21 a 23 de Dezembro (Solstício)

"A mulher despertada para a sua Deusa interior, caminha serenamente entre a dor e as verdades da alma, consciente da meta estabelecida e da plenitude a ser alcançada."

Lya Luft

A maturidade me permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranquilidade, querer com mais doçura.

Aprendemos a amar ...

Os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar.
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim, a amar o que nos foi dado, pois tudo o que relamente é nosso, nunca se vai para sempre.
(Bob Marley)

A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do místico...Aquele a quem seja estranha tal sensação, aquele que não possa devanear e ser empolgado por esse encantamento não passa, em verdade, de um morto."

Albert Einstein

"O movimento absoluto da vida é o resultado perpétuo de duas tendências contrárias que nunca serão opostas." Eliphas Levy
"A razão e a fé se excluem mutuamente pelas suas naturezas e se unem pela analogia. A analogia é o único mediador possível entre o visível e o invisível; ela é a chave de todos os segredos da natureza e a única razão de ser de todas as revelações. Para o ignorante, a hipótese é a afirmação absoluta e a afirmação absoluta é a hipótese."
Eliphas Levy
"A morte é um fantasma da ignorância - ela não existe. Tudo é vivo em a natureza; e é porque tudo é vivo que tudo se move e muda incessantemente de formas." Eliphas Levy

"A vida não dá e nem empresta, não se comove e nem se apieda. Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos.”

Albert Einstein

"A Grande Obra é, antes de tudo, a criação do homem por si mesmo, isto é, a conquista plena e total que faz das suas faculdades e do seu futuro; é, principalmente, a emancipação perfeita da sua vontade..."
Eliphas Levy

"A última vitória que o homem pode obter sobre a morte é triunfar do gosto da vida, não pelo desespero mas por uma esperança maior ... por tudo que é belo, honesto ... Aprender a vencer-se é, pois, aprender a viver ... Todo homem que está pronto para morrer ... é imortal na sua alma..."
Eliphas Levy
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"Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado."
Albert Einstein

"Toda intenção que não se manifesta por atos é uma intenção vã, e a palavra que a exprime é uma palavra ociosa.
É a ação que prova a vida, e é também a ação que prova e demonstra a vontade.
Por isto está escrito nos livros simbólicos e sagrados, que os homens serão julgados, não conforme seus pensamentos e suas idéias, mas sgundo suas obras.
Para ser é preciso fazer..." Eliphas Levi - Dogma e Ritual da Alta Magia

"Começa por fazer o que é necessário, depois o que é possível e de repente estarás a fazer o impossível."
São Francisco de Assis
"Todo poder que não dá razão a si mesmo e que pesa sobre as liberdades, sem lhes dar garantias, é somente um poder cego e transitório; a autoridade verdadeira e duradoura é a que se apóia na liberdade, dando-lhe, ao mesmo tempo, uma regra e um freio."
Eliphas Levy

“Eu levanto-me hoje
Pelo poder do Céu:
A luz do Sol,
O brilho da Lua,
O esplendor do Fogo,
A rapidez do Raio,
A doçura do Vento,
A fundura do Mar,
A segurança da Terra,
A firmeza da Rocha.”

"Será que anjos existem? Acho que sim.

“Anjos que com belas palavras te farão esquecer dias infaustos de dor... que contigo compartilham tristezas, alegrias...

E quando a ajuda é recebida... Quando a ferida é fechada... Eles se vão... E tornam ao céu... A bater as suas asas no infinito das estrelas.

O anjos existem ? Claro que existem. Existem aqueles que estão pertinho de nós e que nos deitam a mão, que nos dão um sorriso, um abraço, que nos dizem uma palavra de carinho e de incentivo e existem os outros, que nós não vemos, mas que sabemos que eles estão lá… aqueles que acima de tudo...resgatam o nosso sorriso quando mais precisamos...”

"... Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração! Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente! Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE! Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes. Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer: - E daí? EU ADORO VOAR!"

Apesar de cultuar as forças da Natureza e a Religião antiga, transcrevo neste blog trechos de trabalhos de Eliphas Levy, Hermes Trismegistus, John Dee, Edward Kelley , Allan Kardec, Chico Xavier, Madre Teresa, São Francisco de Assis, Ghandi, por admiração ao seu trabalho.

Meu profundo respeito a todas as escolas,

(¯`·._.·Meiroca·._.·´¯)